| Título: | O DEBATE SOBRE PREFERÊNCIAS: UMA ABORDAGEM CRÍTICA | ||||||||||||
| Autor(es): |
PEDRO ROLO BENETTI |
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| Colaborador(es): |
NIZAR MESSARI - Orientador |
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| Catalogação: | 21/MAR/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=69713@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.69713 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Esta monografia busca trazer uma perspectiva crítica do debate sobre os elementos que determinam as preferências dos Estados na política mundial. Este debate ocupou o centro da disciplina acadêmica de Relações Internacionais ao longo de toda sua trajetória, desde o inicio do século XX. Nos dias atuais, muitos seguem tratando a discussão como a principal, e às vezes a única, do nosso campo. Posto isto, este trabalho pretende apresentar algumas dos mais importantes pressupostos de três das mais destacadas correntes teóricas das Relações Internacionais, a saber, o Realismo, o Institucionalismo e o Liberalismo. As reflexões destes três paradigmas sobre o debate em torno das preferências serão expostas pelos primeiros capítulos. Após discutir as posições defendidas por estes paradigmas, será apresentada a crítica ao próprio debate, que se articulou nas décadas mais
recentes. Esta crítica se coloca em oposição aos limites que este debate impõe ao estudo das Relações Internacionais. A forma de produção do conhecimento está no centro da divergência entre as teorias tradicionais, listadas acima, e as críticas, que ganharam maior espaço nos últimos anos. Estas divergências entre os teóricos tradicionais e seus críticos são o principal elemento deste
trabalho.
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