| Título: | A PARTICIPAÇÃO BRASILEIRA NA MINUSTAH À LUZ DA RESPONSABLIDADE DE PROTEGER | ||||||||||||
| Autor(es): |
THAYS DE CHAFFIN E SACRAMENTO |
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| Colaborador(es): |
KAI MICHAEL KENKEL - Orientador |
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| Catalogação: | 17/MAR/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=69647@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.69647 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O objetivo deste trabalho é o de examinar a presença brasileira na MINUSTAH à luz do conceito de responsabilidade de proteger (R2P), visando a demonstrar que a política externa brasileira, tradicional defensora do princípio da não-intervenção, começa, na prática, a flexibilizá-lo. Com intuito de demonstrar que aquilo que o Brasil faz no Haiti é R2P, será introduzido, então, o conceito de responsabilidade de proteger, além do histórico brasileiro em missões de paz das Nações Unidas e do detalhamento da Missão atual no Haiti.
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