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TRABALHOS DE FIM DE CURSO @PUC-Rio
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Título: A POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA E O PROCESSO DE FORMAÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL: A CONTINUIDADE DO DISCURSO DE EXCLUSÃO DA DIFERENÇA
Autor(es): RENATA DUARTE CONSTANTINO
Colaborador(es): DIEGO SANTOS VIEIRA DE JESUS - Orientador
Catalogação: 17/MAR/2025 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TRABALHO DE FIM DE CURSO
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Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=69639@1
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.69639
Resumo:
O presente estudo se foca em identificar quais foram os valores, a partir do relacionamento com os EUA, que caracterizaram o processo de construção da política externa brasileira, tomando por base três momentos específicos - a gestão do diplomata Rio Branco, a Política Externa Independente e o Primeiro Governo Lula. Nesse sentido, entende-se um procedimento de absorção e reprodução dos valores liberais-ocidentais norte-americanos e, embora o Brasil se utilize disso para ampliar seu poder de barganha no cenário externo, tal processo culminou na produção de um arcabouço identitário baseado na exclusão e na marginalização da diferença. Desta forma, conclui-se que a política externa brasileira se concatena a partir de um conjunto de práticas exclusionistas nas quais os componentes de identidade interna se mantêm coesos por meio de um discurso de ameaça. Isso ocorre mesmo nos momentos em que as assimetrias entre os dois países superavam em muito as convergências.
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