| Título: | ZONA DE PAZ E COOPERAÇÃO DO ATLÂNTICO SUL: UMA ANÁLISE DA SUA FORMAÇÃO | ||||||||||||
| Autor(es): |
RAFAEL SAMPAIO SARAIVA BERNABE |
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| Colaborador(es): |
MARCELO MELLO VALENCA - Orientador |
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| Catalogação: | 26/FEV/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=69508@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.69508 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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No trabalho consta uma análise sobre o processo de formação da Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul ZPACAS onde é usado uma perspectiva construtivista, descrita pro Alexander Wendt, com o intuito de esclarecer da melhor forma possível os motivos que levaram a constituição do acordo. Por meio do estudo da Política Externa Brasileira para a África, será sustentado que se desenvolveu uma relação de amizade entre os países dos dois continentes favorecendo a formação da ZPACAS. É intrigante notar que mesmo sob um avanço soviético nos anos que antecederam o acordo, constituindo uma possível ameaça aos países regionais, o Brasil em conjunto com os países da África Subsaariana negaram o plano militar proposto pelos Estados Unidos e África do
Sul, optando por manter a região desmilitarizada. O construtivismo serve de base teórica para explicar da forma mais adequada o comportamento regional, em contraposição a teoria de Waltz, que privilegia o materialismo (capacidades militares) na constituição dos interesses dos Estados.
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