| Título: | WEAPONS OF MIND DESTRUCTION: O PROCESSO DE SECURITIZAÇÃO DO ESTUPRO COMO ARMA DE GUERRA | ||||||||||||
| Autor(es): |
RODOLPHO VALENTE BAYMA |
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| Colaborador(es): |
KAI MICHAEL KENKEL - Orientador |
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| Catalogação: | 26/FEV/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=69506@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.69506 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Por muito tempo ao longo da história, o estupro de mulheres foi interpretado como conseqüência natural da guerra. Os soldados vencedores consideravam as mulheres como um prêmio decorrente de suas conquistas, tratando-as como parte do espólio da guerra e propriedade do vencedor. Depois da queda do muro de Berlim, dá-se a ascensão de novos atores não estatais em conflitos de natureza étnica, trazendo o advento de métodos alternativos de guerra, dentre eles o estupro, que passou a ser empregado como arma deliberada de guerra para atingir e desestabilizar comunidades humanas inteiras, com base em critérios étnicos. Tal prática foi detectada em diversos conflitos recentes em diferentes pontos do globo, como nas guerras de desintegração da ex-Iugoslávia, no genocídio de Ruanda e mais recentemente no leste da República Democrática do Congo, para citar
apenas alguns exemplos. Tendo em vista que o Direito Internacional Humanitário não se mostrara até então suficiente para coibir tal prática, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas decidiu unanimemente em junho de 2008 que o estupro, quando usado como tática de guerra, poderia configurar uma questão de segurança internacional. Os eventos que levaram a essa resolução são analisados nessa monografia à luz da teoria de securitização da Escola de Copenhagen.
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