| Título: | O ACIRRAMENTO DO PROCESSO DE INSULAMENTO BUROCRÁTICO DO ITAMARATY NO INÍCIO DA DÉCADA DE 1960 | ||||||||||||
| Autor(es): |
GREGORIO HENRIQUE DIAS S DE MATOS |
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| Colaborador(es): |
ALEXANDRA DE MELLO E SILVA - Orientador |
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| Catalogação: | 17/FEV/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=69391@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.69391 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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No início da década de 1960, num contexto de crescente crise política e de radicalização e polarização ideológicas no plano doméstico, bem como de volatilidade expressiva da política internacional com a emergência de movimentos que desafiavam a lógica bipolar da Guerra Fria no plano externo, a cúpula tomadora de decisão do Ministério das Relações Exteriores brasileiro percebe tal panorama como ameaçador em relação à plenitude do funcionamento do serviço diplomático nacional.
Com a intenção deliberada de preservar a centralidade da PEB no Itamaraty e consagrar os diplomatas de carreira como únicos intérpretes das relações internacionais brasileiras, em um período que se inaugura um novo paradigma de inserção internacional do país, a Política Externa Independente, acirra-se uma tendência organizacional já antiga no MRE:
a de seu insulamento burocrático. Tal movimento de blindagem institucional acabou por inibir gradualmente intervenções indesejadas na formulação e implementação da política externa nacional, processo que viria a consolidar-se somente no período da ditadura militar no Brasil.
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