| Título: | A PARCERIA COMERCIAL E POLÍTICA ENTRE CHINA E ÁFRICA E SEU IMPACTO SOBRE DIREITOS HUMANOS E INTERVENÇÃO HUMANITÁRIA | ||||||||||||
| Autor(es): |
CAMILA VIDES MACHADO VIEIRA |
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| Colaborador(es): |
DANILO MARCONDES DE SOUZA NETO - Orientador |
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| Catalogação: | 14/FEV/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=69380@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.69380 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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A África tem sido palco da maioria dos conflitos humanitários da atualidade e, dentre os países mais problemáticos, podemos destacar o Sudão. O conflito de Darfur entrou na agenda internacional em 2004, apesar de iniciado alguns anos antes. Analisamos o argumento de que a parceria política e comercial, intervenções junto ao Conselho de Segurança da ONU, venda de petróleo e compra de armas, com a República Popular da China, tem ajudado na manutenção do conflito. Segundo a Escola Inglesa,
os Estados do sistema internacional têm a vida, a verdade e a propriedade como objetivos elementares e, quando um Estado passa a não garantir qualquer um dos três objetivos, ele deixa de ser legítimo, podendo então ser contestado. A ascensão pacífica chinesa pode ocorrer mediante sua aceitação, das normas e instituições primárias que regem a sociedade
internacional. Procuramos entender, por meio da ascensão comercial chinesa, se a parceria comercial com o Sudão é mais importante que a parceria política e, se essa parceria política possui outros fins, que não a ajuda no Conselho de Segurança. As análises do apoio chinês e da nova postura em relação à questão humanitária, assim como o novo papel da
China nessas missões, são elementos importantes no estudo das motivações que regem a postura do país oriental, e fornecem uma contribuição em relação a posição dos Estados a respeito de normas internacionais.
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