| Título: | NEOLIBERALISMO E DEMOCRACIA NA POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA: A ASCENSÃO INTERNACIONAL DO BRASIL NA AGENDA DE MUDANÇAS DO CLIMA | ||||||||||||
| Autor(es): |
SERGIO BRITTO LIMA |
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| Colaborador(es): |
ALEXANDRA DE MELLO E SILVA - Orientador |
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| Catalogação: | 03/FEV/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=69213@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.69213 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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A presente pesquisa discute a inserção brasileira no regime
internacional de mudanças do clima por meio de uma perspectiva que destaca a
instrumentalização e a marginalização de grupos internos da agenda de política
externa. O objetivo central é apontar as contradições existentes no processo de
formulação de política externa do país, originados, em última análise, na
manutenção, ao longo da história, de um “déficit democrático” do Itamaraty,
mesmo após o fim do período da ditadura militar. Argumenta-se que a
aproximação do Ministério de Relações Exteriores a grupos internos se
basearia em uma participação errática das forças sociais, uma vez que seriam
incentivadas apenas aquelas interações que pudessem corroborar a posição
oficial previamente decidida. A presente monografia evidencia, portanto, que a
estratégia brasileira de ascensão internacional no regime de mudanças do clima
pode ser dificultada por conta da atuação, no plano doméstico, de grupos
sociais como as elites agrárias, que, apesar de alijados do processo de
formulação de política externa, detêm grande influência sobre a política
nacional, dada sua conexão eleitoral com seus representantes no Congresso
Nacional.
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