| Título: | O SUBMARINO NUCLEAR NA ERA LULA: EM BUSCA DA REAFIRMAÇÃO HEGEMÔNICA REGIONAL | ||||||||||||
| Autor(es): |
RAFAEL MEDINA |
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| Colaborador(es): |
KAI MICHAEL KENKEL - Orientador |
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| Catalogação: | 03/FEV/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=69209@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.69209 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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A presente monografia analisa a opção do governo Lula (2003-2010) em
reiniciar o programa de construção do submarino a propulsão nuclear brasileiro
em vista da reafirmação da hegemonia política e militar do Estado brasileiro no
continente sul-americano. Será utilizada a teoria do realismo ofensivo de
Mearsheimer para explicar o fenômeno, com a referência a fenômenos no sistema
internacional tais como a anarquia, balança de poder e a maximização de poder.
Para isso, será analisado o histórico do programa do submarino a propulsão
nuclear brasileiro. O autor irá apontar as interferências no sistema internacional e
finalmente do contexto regional para defender a hipótese de que o submarino a
propulsão nuclear brasileiro é uma reação a uma escalada de modernização das
Forças Armadas dos países vizinhos na América do Sul. Ainda que o autor
defenda a ideia de disputa regional pela modernização tecnológica das Forças
Armadas sul-americanas, o mesmo será cuidadoso em distinguir esse fenômeno
da clássica corrida armamentista. Finalmente, será defendida a hipótese de que o
submarino a propulsão nuclear é um instrumento-chave na capacitação
tecnológica da indústria de defesa brasileira na sua reafirmação como potência
hegemônica regional.
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