| Título: | ENQUADRANDO A CHINA: REPRESENTAÇÕES CINEMÁTICAS NO SISTEMA INTERNACIONAL EM MUDANÇA | ||||||||||||
| Autor(es): |
THAIS VIEIRA SEGALL |
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| Colaborador(es): |
CARLOS FREDERICO PEREIRA DA SILVA GAMA - Orientador |
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| Catalogação: | 13/SET/2024 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=68008@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.68008 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Esta monografia se dedica a entender a construção da imagem da China nos
filmes Dr. No e O Amanhã Nunca Morre da série James Bond 007, sob
um viés comparativo entre os períodos da Guerra Fria e do pós-Guerra Fria.
Para isso, esta pesquisa utiliza o arcabouço metodológico de Shapiro e parte
de uma imagem compartilhada da China nos dois momentos históricos,
encontrada por meio de autores canônicos das RI. Na Guerra Fria, a
imagem é de um país chave para o cenário mundial, e muito relevante,
mesmo em um contexto bipolar, mas que não apresenta o risco do ponto de
vista da revolução mundial. No pós-Guerra Fria, a imagem é bidimensional,
pois metade dos autores observam a ascensão chinesa como uma ameaça, e
a outra metade não o faz. Nos filmes, a representação da imagem da China
se aproxima da literatura em alguns aspectos, em especial na representação
do aspecto bidimensional no O Amanhã Nunca Morre. Foi possível
concluir, que a construção da imagem d China se dá de forma diferenciada
nos dois momentos, apresentando rupturas e continuidades. as
continuidades presentes na construção da imagem da China se atêm
majoritariamente a aspectos negativos, enquanto as rupturas dessa imagem
demonstram alguns avanços em direção a uma imagem mais positiva do
país.
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