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TRABALHOS DE FIM DE CURSO @PUC-Rio
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Título: PESQUISA NACIONAL DE ABORTO (PNA): UMA COMPARAÇÃO GERAL ENTRE A PRIMEIRA EDIÇÃO DE 2010 E A EDIÇÃO DE 2016
Autor(es): SOFIA DE SOUZA LIRA
Colaborador(es): MARIA SARAH DA SILVA TELLES - Orientador
Catalogação: 10/SET/2024 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TRABALHO DE FIM DE CURSO
Notas: [pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
[en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio.
Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=67952@1
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.67952
Resumo:
O Aborto se consolidou como uma questão de saúde pública nas últimas décadas. Tendo em vista casos exponenciais de complicações de abortos inseguros e de mortalidade materna, surgiu o interesse científico em rastrear dados do impacto desse cenário preocupante na vida social brasileira por meio da primeira edição da Pesquisa Nacional de Aborto. Com efeito, a cada edição, a PNA mapeia dados e, assim, não apenas possibilita o acompanhamento da evolução de casos de abortos para a elaboração de políticas públicas, mas também provoca um debate público mais sólido sobre o tema. Dessa forma, a monografia objetiva responder a pergunta: Qual a relação entre a primeira edição da PNA e sua versão seguinte? Para tanto, é necessário esmiuçar os Planos Nacionais de 2010 e 2016 a partir do perfil de mulheres que realizam o abortamento e suas condições. Também é preciso discutir sobre a mortalidade materna relacionada ao aborto e as razões pelas quais são forçadas a colocar suas vidas em risco. Para isso, essa pesquisa, de natureza exploratória, realiza a revisão de parte da literatura sobre o aborto relacionada a questões raciais, de gênero e saúde pública por meio de pesquisa bibliográfica. Conclui-se que não foram significativas as mudanças da primeira edição da PNA em relação à edição seguinte. Além disso, apesar da redução da mortalidade materna em decorrência do aborto durante esse período, infelizmente as mulheres de vida precária - negras e pobres - persistem como as maiores vítimas de uma necropolítica relacionada à criminalização do aborto no Brasil.
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