| Título: | MERCOSUL E SUAS AGENDAS: RETROCESSO OU READAPTAÇÃO? | ||||||||||||
| Autor(es): |
MARIA IZABEL BARBOSA RAMOS |
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| Colaborador(es): |
MARCELO JOSE BRAGA NONNENBERG - Orientador |
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| Catalogação: | 08/JUL/2024 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=67229@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.67229 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O Mercado Comum do Sul (ou Mercosul, como é comumente conhecido), estabelecido oficialmente no ano de 1991 pelos quatro países da região da Bacia do Rio da Plata, passou por diversas fases desde a sua criação até o momento atual. Esses períodos foram marcados por muitas transformações, causadas principalmente pela posição dos países do bloco no contexto político, econômico e social. O objetivo desse trabalho é, portanto, propiciar uma reflexão sobre essas diversas mudanças geradas e enfrentadas pelo modelo de integração através de uma análise não apenas histórica, mas essencialmente institucional e contextual. A dualidade entre agentes internos (adesão da Venezuela em 2012) e externos (a crise da Argentina iniciada no mesmo ano) é um elemento fundamental dentro desse cenário e estes dois temas serão aprofundados amplamente de maneira a garantir uma compreensão de como os mesmos influenciam o processo de integração. Além disso, a comparação de diferentes anos das agendas dos principais órgãos executivos do Mercosul também é elemento essencial nessa análise como forma de corroborar e demonstrar que as transformações são sentidas significamente no nível institucional, influenciadas especialmente pela atuação dos países quanto a negociação de uma agenda comum do bloco.
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