| Título: | POTÊNCIAS EMERGENTES E PROJEÇÃO DE PODER MARÍTIMO: O PAPEL DO BRASIL E DA CHINA | ||||||||||||
| Autor(es): |
MAIARA FOLLY GOMES |
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| Colaborador(es): |
MARCIO ANTONIO SCALERCIO - Orientador ADRIANA ERTHAL ABDENUR - Coorientador |
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| Catalogação: | 25/JUN/2024 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=67131@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.67131 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Desde o fim da Guerra Fria, o panorama da segurança marítima tem se
transformado significativamente. As mudanças se aceleram à medida que se
alastram as ditas novas ameaças de segurança, os fluxos internacionais de
comércio marítimo se intensificam, e potências emergentes ampliam seu
poder naval. Se, de um lado, a ascensão de novos atores com ambições de
projeção de poder marítimo gera oportunidade para novas formas de
cooperação, de outro, exacerba dinâmicas de competição geopolítica. Dada
a crescente participação de potências emergentes em atividades relacionadas
à paz e segurança internacional, incluindo nos espaços oceânicos, este estudo
pretende analisar as estratégias de projeção de poder marítimo do Brasil e da
China. Tais estratégias, que incluem o desenvolvimento de capacidades
navais, a promoção de cooperação marítima e o engajamento com os
mecanismos oriundos da Convenção da ONU sobre o Direito do Mar,
contribuem para a tentativa destes atores de se consolidarem como potências
hegemônicas em suas respectivas regiões. A escala do investimento em
capacidades navais varia, contudo, de acordo com o contexto doméstico e
com as distintas realidades geopolíticas nas quais o Brasil e a China estão
inseridos.
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