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TRABALHOS DE FIM DE CURSO @PUC-Rio
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Título: EXÉRCITOS PRIVADOS, ESTADOS PRIVADOS: EMPRESAS MILITARES PRIVADAS, SOBERANIA E AUTORIDADE ESTATAL
Autor(es): RENATO SABBAGH BAHIA
Colaborador(es): CLAUDIO ANDRES TELLEZ ZEPEDA - Orientador
Catalogação: 25/JUN/2024 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TRABALHO DE FIM DE CURSO
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Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=67123@1
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.67123
Resumo:
Este trabalho busca analisar a relação entre Empresas Militares Privadas – entendidas como um novo mercenarismo – e questões de autoridade e estabilidade Estatal. O fenômeno da privatização da segurança foi/tem sido algo bem específico do mundo pós-guerra fria, o que não significa dizer que foi a primeira vez em que questões como autoridade e as fontes da violência dentro de uma comunidade política tenha sido disputada. Dessa forma, este estudo pretende compreender a organização da violência na comunidade política enquanto Estado buscando analisar o papel, ou possível papel, que as Empresas Militares Privadas possam vir a cumprir no espectro político do Estado. Para isso, primeiramente, deve-se definir as origens e tradições da violência no ocidente, berço moral dessas Empresas e do Estado, para que então se possa especificar o local dessas Empresas dentro da organização da violência e do processo político intra e interestatal. Minha hipótese para as perguntas “O que levaria governos a utilização do recurso a privatização da segurança, e qual a relação entre Empresas Militares Privadas, Governos e o Sistema Internacional? ” seria de que condicionantes domésticos, como instabilidade interna e a organização interna da política do Estado, além dos objetivos do governo/regime em questão, e internacionais, como a norma da soberania moderna aliada a um modelo ideal moderno de Estado, teriam pesado não só para a utilização das empresas militares privadas, mas na forma que tais intervenções se dariam.
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