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TRABALHOS DE FIM DE CURSO @PUC-Rio
Consulta aos Conteúdos
Título: RE-NARRANDO A VIOLÊNCIA DE GÊNERO: LÓGICAS, ANÁLISES E IMPLICAÇÕES
Autor(es): GABRIELLA SIPAUBA R C DOS SANTOS
Colaborador(es): ANDREA BROWNING GILL - Orientador
Catalogação: 10/JUN/2024 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TRABALHO DE FIM DE CURSO
Notas: [pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
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Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=66979@1
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.66979
Resumo:
O presente trabalho de conclusão de curso versa sobre as dinâmicas em que violência de gênero funciona a partir de vivências pessoais. A intenção é articular as relações entre violências de gênero em suas formas mais variadas, escalas e intensidades. A violência de gênero pode ser entendida como um processo de externalização das impotências do homem na mulher, como um processo de subjugação de uma categoria social (mulheres) por outra (homens). Por isso é importante estudar a especificidade da violência de gênero em relação às demais formas de violência. Nesse sentido, a ideia é evidenciar como ações corriqueiras aparentemente inofensivas constituem uma lógica de violência de gênero, ou seja, essas práticas são normalizadas via um processo de dominação-exploração masculino. Sem entender essas ações consideradas pequenas violências, não é possível lidar com o que se considera a grande violência (estupros e feminicídios). Assim, objetiva-se conscientizar outras mulheres dessas violências que sofrem, já que analisando essas situações não tão percebidas por serem normalizadas, o nosso olhar pode tornar-se mais refinado, ficando mais atento para poder reconhecer essas dinâmicas. O campo das Relações Internacionais, por sua vez, tende a não enxergar essas dinâmicas estruturantes de sociedades contemporâneas como a brasileira, justamente porque continua um olhar de cima, do internacional. Contudo, não é possível entender esses eventos/ espetáculos de violência que o campo tende a analisar sem entender as dinâmicas que tornam legível esse projeto social/ político/ econômico da dominação masculina.
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