| Título: | DEMOCRACIA RACIAL: REALIDADE, MITO E IDEOLOGIA NO BRASIL (PÓS)COLONIAL | ||||||||||||
| Autor(es): |
AMANDA ALCANTARA DE MELO |
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| Colaborador(es): |
VICTOR COUTINHO LAGE - Orientador |
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| Catalogação: | 06/JUN/2024 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=66948@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.66948 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O conceito de democracia racial está presente nas discussões de raça desde o início do século XX. A ideia de um Brasil miscigenado, harmônico, sem discriminação de cor, foi bastante defendida por Gilberto Freyre em seu livro Casa-grande e senzala. Tal visão chegou a influenciar o pensamento internacional, levando, por exemplo, às pesquisas promovidas pela Unesco.
Outros pensadores, porém, observando a realidade brasileira e a situação do negro no Brasil, passaram a ver a democracia racial como um mito, uma ideologia do branco para manter a população negra submissa e isentar-se de culpa pela sua situação de desvantagem e opressão.
A partir dessa mudança e disputa em relação ao conceito de democracia racial, este trabalho busca mostrar a influência e relevância da produção de conhecimento que versa sobre a periferia global, e que se origina nela, para as Relações Internacionais.
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