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TRABALHOS DE FIM DE CURSO @PUC-Rio
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Título: ELES SÃO O QUE NÓS NÃO SOMOS: PROCESSOS DE CONSTRUÇÃO E MARGINALIZAÇÃO DAS IDENTIDADES DE REFUGIADOS NO BRASIL
Autor(es): LEONE HENRIQUE RODRIGUES SANTANA
Colaborador(es): PAULA ORRICO SANDRIN - Orientador
Catalogação: 29/MAI/2024 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TRABALHO DE FIM DE CURSO
Notas: [pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
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Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=66862@1
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.66862
Resumo:
O presente trabalho tem como proposta central discutir algumas das problemáticas envolvidas nos processos de construção das identidades de refugiados no Brasil e, como estes processos, estabelecidos sob um Estado-nação, podem significar tentativas de marginalização e dominação destas identidades. Para isso, apresentou-se uma discussão inicial que visa analisar o termo refugiado em uma historiografia recente das instituições internacionais, evidenciando a construção do próprio termo que se apresenta enquanto passível de modificações de acordo com o local, tempo e circunstâncias políticas. Adiante foi apresentado, através de literaturas pós-estruturalistas, os processos de construção das identidades para tornar possível uma melhor compreensão sobre as múltiplas formas e fragmentações que se apresentam as identidades destes refugiados. Se mesmo o termo é passível de modificações e construções, qual a influência e consequência sobre o sujeito? Seguindo este deslocamento que se inicia num campo institucional para perpassar os processos de construção de identidades, foi possível estabelecer uma análise que fale dos sujeitos numa interação entre o micropolítico e o macropolítico, discutindo a inserção destes refugiados na nação brasileira. Através de análises de discursos, buscou-se ilustrar estas discussões; como alguns destes refugiados veem a si próprios e como são vistos pelos cidadãos nacionais no Brasil, um ponto de interseção que analisa de forma relacional as visões sobre o “eu” e o “outro” da nação.
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