| Título: | IDENTIDADE EM CRISE: UMA ANÁLISE SOBRE A CONSTRUÇÃO DE UM INIMIGO INTERNO DA IDENTIDADE NACIONAL BRASILEIRA | ||||||||||||
| Autor(es): |
LUAN RODRIGO DE FREITAS PESSANHA |
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| Colaborador(es): |
KAI MICHAEL KENKEL - Orientador MANUELA TRINDADE VIANA - Coorientador |
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| Catalogação: | 07/FEV/2024 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=66007@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.66007 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Neste trabalho, analisarei a existência de uma narrativa construída de uma identidade da “nação brasileira” ameaçada constantemente por um inimigo que se encontra dentro das fronteiras do Brasil. Esse inimigo interno deveria pertencer à ordem simbólica da nação, no entanto, o processo de identificação lacaniano implica que a tentativa de estabilização de uma identidade de nação brasileira ideal a ser alcançado pressupõe a designação de um bode expiatório. Essa designação ocorre a partir de uma narrativa fantasmática de que existe um inimigo que impede a concretização e estabilização de uma identidade da qual a nação brasileira se orgulhe, permitindo uma série de práticas de (in)securitização sobre os indivíduos. Esse fenômeno será analisado a partir dos diferentes discursos e práticas de identificação através da teoria de constituição do sujeito de Lacan e de uma abordagem de segurança ontológica. Além de relacionar o fenômeno ao discurso de guerra utilizado nas favelas para legitimar o uso da força em políticas de contenção e eliminação do inimigo interno.
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