| Título: | CADEIAS GLOBAIS DE VALOR: MUDANÇAS NOS PADRÕES DE COMÉRCIO DESDE A DÉCADA DE 90 ATÉ OS DIAS ATUAIS | ||||||||||||
| Autor(es): |
GIOVANNA BELISARIO BRONZO DA COSTA |
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| Colaborador(es): |
MARCELO JOSE BRAGA NONNENBERG - Orientador |
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| Catalogação: | 14/NOV/2023 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=64850@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.64850 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O presente trabalho tem por objetivo analisar como as Cadeias Globais de Valor alteraram os padrões de comércio mundial desde o inicio da década de 90 até os dias atuais. Nesse sentido, dois períodos se destacam. O primeiro é datado a partir dos anos 90, no qual as CGVs surgiram pela fragmentação de parte da produção industrial, encabeçada por uma empresa líder. Esse complexo processo beneficiou os países do sudeste asiático e do leste da Europa, por possuírem mão de obra barata e custos de investimento relativamente mais baixos. Num segundo momento, o papel da China foi essencial para alterar o entendimento das Cadeias Globais à nível mundial. Até meados dos anos 2000, a China participava das Cadeias Globais de Valor com papel secundário de produtor e exportador de commodities. Ao longo do tempo, o país começou a investir maciçamente em tecnologia e inovação, construindo empresas chinesas de alta intensidade tecnológica, capazes de produzir os próprios componentes em escala doméstica. Assim, a China começa a produzir não apenas para seu mercado doméstico, mas também exportando para o mundo todo. Deste processo tiramos duas principais consequências: a primeira é a mudança da posição relativa da China nas cadeias de valor – onde ela deixou de ser uma montadora para ser líder em diversos setores. Já a segunda mudança é que esse é um processo de substituição de importações. A China substituiu importação por produção doméstica dentro de seu contexto geopolítico, o que traduziu em uma desaceleração no comercio mundial.
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