| Título: | UMA CRÍTICA AO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO: O INDÍGENA AMAZÔNICO COMO PONTO DE TENSÃO | ||||||||||||
| Autor(es): |
MARIA EMILIA RIBEIRO MACEDO |
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| Colaborador(es): |
JAMES CASAS KLAUSEN - Orientador |
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| Catalogação: | 13/NOV/2023 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=64807@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.64807 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O desenvolvimento econômico é prática fundamental do internacional e orienta o
posicionamento dos mais diversos Estado-Nação bem como tem efeitos diretos
sobre o cotidiano de suas populações, especialmente as marginalizadas. Tal qual é
organizado atualmente o desenvolvimento, que busca tornar a modernidade
capitalista europeia o modo de vida universal, tem consequências ambientais e
sociais alarmantes, como será aqui apresentado a partir de uma análise da
degradação da Floresta Amazônica, o que concomitantemente prevê uma
apresentação mais detalhada do desenvolvimento no Brasil. Para além da avaliação
do estado das artes do desenvolvimento no mundo e no Brasil, e suas consequências
ambientais, o presente trabalho tem como objetivo construir uma crítica
ontológica/epistemológica dos conhecimentos que sustentam o caminho
desenvolvimentista e operam de forma a excluir alternativas de seu escopo,
descartando-as de validade. A intenção portanto é propor uma outra construção de
mundo no qual caibam muitos mundos, um pluriverso de conhecimentos e de forma
de existir. Dentre essas diversas alternativas o trabalho versará com mais atenção
sobre a perspectiva indígena, mais especificamente a Yanomami, comunidade
amazônica diretamente afetada pelo desenvolvimento e que tem uma forma de se
colocar e compreender o mundo diametralmente oposta ao capitalismo moderno,
principalmente no que se trata da relação com a Natureza.
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