| Título: | O ABUSO E A EXPLORAÇÃO SEXUAL EM OPERAÇÕES DE PAZ DA ONU | ||||||||||||
| Autor(es): |
BRUNA CRISTINA URTIGA AZEVEDO |
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| Colaborador(es): |
PAULA DRUMOND RANGEL CAMPOS - Orientador |
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| Catalogação: | 08/NOV/2023 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=64680@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.64680 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O presente policy paper discute a perpetração de atos de Abuso e Exploração
Sexual (AES) cometidos por funcionários civis e peacekeepers da Organização das
Nações Unidas (ONU) em contextos de Operações de Paz (OPs). O objetivo deste
trabalho é analisar o comportamento da ONU frente às denúncias de AES da
população local, mapeando as respostas institucionais utilizadas pela organização
para prevenir, responder e punir esses crimes. A ONU criou as Operações de Paz
com o intuito de auxiliar países em situações de conflito ou recém egressos de
conflitos armados, visando criar condições para a consolidação da paz no nível
local. Com isso, os peacekeepers começaram a ter maior contato com a população
e, consequentemente, casos de AES passaram a ser reportados pela população local,
tornando-se cada vez mais frequente nesses cenários.
Os primeiros casos de AES surgiram na Somália, na República Democrática
do Congo e no Camboja. Nesses contextos, as mulheres locais em situação de
extrema pobreza e vulnerabilidade tornam-se suscetíveis a esses crimes. Essa
sequência de casos e denúncias fizeram com que as Nações Unidas se posicionasse
efetivamente para implantar medidas contra a AES. Contudo, apesar de sua ‘política
de tolerância zero’, anunciada em 2003, o problema ainda continua. Com isso em
mente, analisaremos as políticas institucionais da ONU nesse sentido com o
objetivo de entender e observar suas respostas frente às denúncias realizadas e os
casos ocorridos.
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