| Título: | A NOVA PROPAGANDA ELEITORAL: AS REDES SOCIAIS DECIDEM AS ELEIÇÕES? | ||||||||||||
| Autor(es): |
FRANCYELLI ALVIM DA CUNHA |
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| Colaborador(es): |
SERGIO VELOSO DOS SANTOS JUNIOR - Orientador |
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| Catalogação: | 06/OUT/2023 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=64248@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.64248 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O presente artigo tem como objetivo analisar como as eleições presidenciais brasileiras de
2018 foram influenciadas pelas fake news e a nova propaganda em rede. Metodologicamente,
o artigo é resultado de uma pesquisa de estudo de caso brasileiro, sob a perspectiva teórica do
capitalismo da vigilância, de Shoshana Zuboff. Quanto à sua classificação, a pesquisa
elaborada é de cunho exploratória e os dados foram obtidos a partir de um rigoroso
levantamento bibliográfico de referências teóricas e documentais em livros, artigos e
periódicos já publicados, bem como por meio de um estudo descritivo de casos múltiplos.
Como resultado, foi possível verificar que a lógica do capitalismo da vigilância tem
consequências sobre os processos democráticos, logo, os ativos que nela operam as redes
sociais, retroalimentam essa lógica, e tornam terrenos propícios a fenômenos
comunicacionais ilegítimos como as fake news. Os casos práticos apresentados são
ilustrativos da necessidade de compreender a relação entre os novos modos de propaganda
em rede e seus impactos na democracia. Assim, o artigo corrobora com uma visão crítica do
processo eleitoral brasileiro, reforçando as dinâmicas que corroem as Instituições brasileiras.
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