| Título: | A FUNÇÃO SOCIAL DA PROPRIEDADE E O DIREITO SOCIAL À MORADIA: UMA ANÁLISE A PARTIR DO CASO DO HORTO FLORESTAL DO RIO DE JANEIRO | ||||||||||||
| Autor(es): |
LUIZA CAROLINA QUINTELLA ALVES BRASIL |
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| Colaborador(es): |
RAFAEL DA MOTA MENDONÇA - Orientador |
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| Catalogação: | 13/MAR/2023 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=61966@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.61966 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Monografia apresentada ao Departamento de Direito da PUC-Rio como requisito parcial para obtenção de Título de Bacharel em Direito, na qual se analisa a função social da propriedade e o direito à moradia no caso da comunidade do Horto Florestal no Rio de Janeiro. Em um primeiro momento será abordada a importância do direito fundamental à moradia, previsto na Constituição de 1988, trazendo os principais aspectos e requisitos para que este direito social seja efetivamente cumprido, com o objetivo de garantir o mínimo existencial ao ser humano. Posteriormente, será analisada o direito de propriedade e sua função social, passando pelas concepções clássicas do instituto da propriedade e sua evolução, na qual a propriedade deixa de ser uma situação de poder para se tornar uma situação jurídica complexa, que conjuga direitos e deveres. Por fim, o trabalho abordará o caso da comunidade centenária do Horto Florestal do Rio de Janeiro, que sofre com a insegurança da posse e teme as agressivas e arbitrárias remoções. Será demonstrado que a permanência dos moradores no local é uma forma de dar cumprimento da função social da propriedade, dialogando com o direito à moradia e a dignidade da pessoa humana.
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