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TRABALHOS DE FIM DE CURSO @PUC-Rio
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Título: SEGMENTAÇÃO SEMÂNTICA DE ÁREAS DE DESMATAMENTO NA AMAZÔNIA A PARTIR DE IMAGENS ORBITAIS
Autor(es): THIAGO MATHEUS BRUNO DA SILVA
Colaborador(es): RAUL QUEIROZ FEITOSA - Orientador
MABEL XIMENA ORTEGA ADARME - Coorientador
Catalogação: 13/DEZ/2021 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TRABALHO DE FIM DE CURSO
Notas: [pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
[en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio.
Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=56551@1
[en] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=56551@2
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.56551
Resumo:
Desmatamento é sem dúvida um enorme problema que afeta diretamente alguns desastres climáticos como a redução de biodiversidade, mudanças climáticas, entre outros. Portanto, é de tremenda importância detectar desmatamento recente. Motivado por este problema, este trabalho propõe um novo método para detecção automática de desmatamento baseado em segmentação semântica, utilizando a rede multitarefa ResUnet-a com uma nova tarefa semi-supervisionada baseado no algoritmo de Change Vector Analysis (CVA). O objetivo deste trabalho é estudar a contribuição do CVA no nosso problema de detecção de mudanças e comparar sua relevância com as outras tarefas. ALém disso, queremos observar as diferenças escolhas de threshold para o CVA usadas no treinamentoe seu impacto na tarefa principal de segmentação semântica. O método foi avaliado na Amazônia Legal, no Brasil. Nos nossos experimentos foram usados duas imagens do satélite Landsat 8, adquiridas em 2018 e 2019 as quais foram concatenadas na entrada da rede neural.
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