| Título: | LEI MARIA DA PENHA, FEMINISMO NEGRO E CRIMINOLOGIA CRÍTICA: ESCREVIVÊNCIAS A PARTIR DA INTERSECCIONALIDADE | ||||||||||||
| Autor(es): |
MARINA DE OLIVEIRA REIS |
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| Colaborador(es): |
THULA RAFAELA DE OLIVEIRA PIRES - Orientador |
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| Catalogação: | 03/MAI/2019 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=37905@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.37905 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Esse trabalho responde ao chamado de produção de uma nova gramática para pautar o enfrentamento da violência doméstica. Denunciando a forma essencialista que essa discussão tem sido feita até então, retomamos as disputas travadas por criminologias e feminismos hegemônicos em torno da Lei Maria da Penha. Parte-se da hipótese que ambos os campos são cegos às dinâmicas de violência doméstica perpetrada contra mulheres negras, na medida em que suas análises são norteadas pela branquitude, ou seja, a categoria mulher é adotada enquanto sujeito destituído de raça, classe, sexualidade, etc. Indo na contra-mão dessa tendência, apostamos nos feminismos negros e decolonial, assim como em abordagens que pautam o sistema de justiça criminal em outros termos, para chamar atenção às dinâmicas de violência que afetam mulheres negras de forma particular.
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