| Título: | MULHERES NO CÁRCERE: A QUESTÃO DE GÊNERO E SEUS RESPECTIVOS REFLEXOS NO SISTEMA PRISIONAL | ||||||||||||
| Autor(es): |
JULIANA DE MELLO BONTEMPO |
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| Colaborador(es): |
AGNES CHRISTIAN CHAVES FARIA - Orientador |
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| Catalogação: | 11/ABR/2019 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=37717@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.37717 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O presente trabalho dedica-se a compreender a questão de gênero como fator de desigualdade e seus respectivos reflexos no sistema prisional. Para isso, trata-se da representação feminina perante à sociedade e como isso se reproduz na realidade criminal. Para o entendimento acerca do fenômeno do encarceramento em massa feminino, a análise perpassa pela situação social da mulher brasileira antes de cometer o delito e os motivos que a fizeram participar de atividades ilícitas. Inclusive, o tráfico de entorpecentes, crime que mais encarcera mulheres no país, é utilizado como base argumentativa da seletividade penal e vulnerabilidade de gênero. Por fim, demonstra-se como, mesmo depois de presa, o estigma vigente sob aspectos do patriarcado e violência contra a mulher imperam nas instituições prisionais em muitos aspectos. A mulher é completamente esquecida e invisibilizada dentro de um sistema criado, desenvolvido e voltado para homens. Por isso, diante de suas necessidades específicas não atendidas, vale-se da denúncia perante a violação de seus direitos, sobretudo no que tange à prisão domiciliar, tema este em voga na atual conjuntura e presente nas recentes discussões do país.
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