| Título: | A LINGUAGEM DA CRIAÇÃO: ELEMENTOS DO MISTICISMO JUDAICO NA OBRA DE WALTER BENJAMIN | ||||||||||||
| Autor(es): |
RAFAELA RUPP |
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| Colaborador(es): |
HENRIQUE ESTRADA RODRIGUES - Orientador |
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| Catalogação: | 26/JUN/2018 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=34258@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.34258 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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A pesquisa aqui apresentada visa analisar o conceito de Criação na obra do filósofo alemão Walter Benjamin (1892–1940). Foram analisados diversos textos do autor, desde o início de sua produção intelectual, quando ele primeiro delineou o conceito de Criação, até uma fase mais tardia, na qual é possível perceber os desdobramentos de tal conceito. Foi possível perceber que o conceito de Criação se apresenta fortemente vinculado à filosofia da linguagem desenvolvida pelo autor e se fundamenta principalmente sobre elementos da Cabala (misticismo judaico) com os quais ele vinha entrando em contato em seus anos de formação, sobretudo sob a influência de seu amigo Gershom Scholem. Observou-se que após sua elaboração no texto Sobre a linguagem em geral e sobre a linguagem dos homens (1916), o conceito de Criação assumiu um papel de pouco destaque na obra de Benjamin, passando a ser mencionado apenas ocasionalmente. Todavia, é possível perceber que, apesar de pouco mencioná-lo
explicitamente, Benjamin o mantém no conjunto de conceitos que compõe seu pensamento, de modo que um conhecimento do conceito de Criação auxilia a compreensão de outros pontos da obra do autor. Isto foi demonstrado com a análise dos textos Sobre o programa da filosofia vindoura (1917), A tarefa do tradutor (1921), Prólogo crítico-epistemológico (1924) e Doutrina das semelhanças (1933).
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