| Título: | AS CORRENTES INVISÍVEIS DA INDÚSTRIA DA MODA BRASILEIRA | ||||||||||||
| Autor(es): |
ANA CAROLINA DA ROCHA LEAO MACHADO |
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| Colaborador(es): |
JOAO BATISTA BERTHIER LEITE SOARES - Orientador |
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| Catalogação: | 11/MAI/2018 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=33865@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.33865 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Este trabalho monográfico tem por objetivo desenvolver e expor a estreita relação entre o mercado fast fashion e a superexploração de trabalhadores imigrantes latino-americanos em oficinas clandestinas de costura localizadas nos centros urbanos brasileiros. Dessa forma, inicialmente, destaca-se a nova lógica de consumo que permite a produção a baixo custo mediante a sonegação de direitos do trabalhador em benefício do lucro, a estrutura de sweating system que a mantém e o consequente dumping social a ela associado. Além disso, cuida-se de esclarecer o que define o trabalho digno e como se revela os modos de execução da escravidão moderna, apresentando, em caráter complementar, parte específica sobre o tráfico de pessoas, tendo em vista a evidente ligação deste tipo penal com a conduta tema do presente estudo. Ainda, traz trato sobre a responsabilidade das grandes grifes que se aproveitam da superexploração deflagrada no interior de sua cadeia produtiva. Mais adiante, é exposto o caso paradigmático da multinacional ZARA, com a descrição dos resgates realizados em suas oficinas clandestinas e os
desdobramentos de seus flagrantes. Também, são apresentados os mecanismos de enfrentamento do trabalho análogo ao escravo e, finalmente, é realizada análise da nova Portaria MTB 1.129/2017, que traz retrocessos significativos no que se refere à conceituação de trabalho
escravo contemporâneo.
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