| Título: | A LEI ANTITERRORISMO E A POLÍTICA DE CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS | ||||||||||||
| Autor(es): |
JOAO VICENTE TINOCO |
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| Colaborador(es): |
ADRIANO PILATTI - Orientador |
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| Catalogação: | 27/ABR/2017 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=29795@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.29795 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O presente trabalho tem como objetivo a análise da Lei Antiterrorismo brasileira (Lei n 13.260/2016) e sua possível aplicação como instrumento de criminalização dos movimentos sociais. Para tanto, o trabalho parte de uma análise de conjuntura política que envolve a chamada guerra ao terrorismo e serve de ponto de partida para a elaboração da Lei Antiterrorismo, buscando compreender como essa conjuntura se manifesta em termos de política criminal. Posteriormente, buscou-se realizar uma análise da construção dogmática acerca do tipo penal de terrorismo e os elementos para sua definição fornecidos pela doutrina e pela comunidade jurídica internacional, bem como observar como esses elementos dogmáticos foram aplicados pelo legislador brasileiro na Lei Antiterrorismo. Por fim, o presente estudo se encerra na análise acerca da possibilidade de a Lei Antiterrorismo ser utilizada na criminalização de movimentos sociais. Para tanto, pretendeu-se analisar a recente política criminal brasileira no que tange à criminalização de movimentos sociais a partir da resposta institucional às manifestações políticas ocorridas após junho de 2013, bem como o uso político de leis de exceção na criminalização política a fim de apurar se a Lei Antiterrorismo brasileira possui relação de continuidade com essa política criminal.
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