| Título: | AQUI DENTRO É RESPEITO!: O ASSOCIATIVISMO RECREATIVO E A QUESTÃO DA MORALIDADE ENTRE OS TRABALHADORES DO RIO DE JANEIRO DA PRIMEIRA REPÚBLICA | ||||||||||||
| Autor(es): |
JULIANA DA CONCEIÇÃO PEREIRA |
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| Colaborador(es): |
LEONARDO AFFONSO DE MIRANDA PEREIRA - Orientador |
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| Catalogação: | 03/FEV/2016 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=25722@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.25722 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Em 1938 Luiz Edmundo publicava um livro de memórias intitulado O Rio de Janeiro do meu tempo. Em uma das crônicas ali presentes, chamada Carnaval de Morro, o autor tratava do associativismo dançante dos trabalhadores – um fenômeno que tomou o Rio de Janeiro entre o final do século XIX e as primeiras décadas do século XX, e que teve como resultado o surgimento de dezenas de pequenos clubes destinados à dança por toda a cidade. Centralizando sua análise nos códigos morais que esses clubes afirmavam para si. Luiz Edmundo com um olhar crítico carregado se preconceitos, descreve com ironia as regras de comportamento e os códigos de conduta que, segundo ele, havia presenciado em um dos bailes oferecidos por uma dessas agremiações – sem ver neles qualquer indício de moralidade que se aproximasse dos padrões morais burgueses. Para além da incompreensão do cronista, no entanto, os estatutos sociais que regiam o funcionamento dessas agremiações mostravam que a moralidade aparecia nelas como um critério básico de afirmação de uma identidade.É a partir da análise e interpretação desses diferentes códigos morais colocados em choque que se constitui esse trabalho, em uma tentativa de tentar compreender de que forma essas discussões contribuíram para a construção de um padrão moral que seria colocada em prática no Estado Novo.
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