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TRABALHOS DE FIM DE CURSO @PUC-Rio
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Título: CINÉTICA DE CRESCIMENTO DE TRINCAS DE FADIGA EM AÇO SAE 4340: FATIGUE CRACKS GROWTH KINETICS IN SAE 4340 STEEL
Autor(es): ENIO PARENTE MONTEIRO DE CASTRO
Colaborador(es): MARCOS VENICIUS SOARES PEREIRA - Orientador
ROBERTA AMORIM DE MAGALHAES MONTEIRO GONCALVES - Coorientador
Catalogação: 19/MAR/2015 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TRABALHO DE FIM DE CURSO
Notas: [pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
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Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=24303@1
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.24303
Resumo:
O aço SAE 4340 é um aço estrutural utilizado em larga escala para a fabricação de eixos, bielas, virabrequins e peças com alta solicitação mecânica que necessitam de uma boa relação entre resistência mecânica e resistência à fadiga. Desta forma, é importante que se entenda a cinética de crescimento de trincas de fadiga neste material quando solicitado, para que se evite falha de componentes durante operação. Corpos de prova do tipo compacto C(T) foram usinados no material supracitado em posição LR, para serem submetidos a um carregamento cíclico com R=0,1 com o objetivo de levantar as curvas da/dN x delta K nas três etapas de propagação de trinca (I, II e III), de determinar o limiar de propagação de trincas delta Kth (threshold) e o número de ciclos para a falha do material. Por problemas experimentais, não foi possível a realização dos testes em todos os corpos de prova previstos inicialmente. Portanto, frente aos prazos estabelecidos, apenas três corpos de prova do material SAE 4340 (DIN 34CrNiMo6) foram testados. Foi possível o levantamento da curva de fadiga em um destes corpos de prova, onde o limiar de propagação não pôde ser observado de maneira clara, porém, o comportamento das trincas na região II pôde ser bem observado e condiz com resultados encontrados na bibliografia para o mesmo material. E para outro corpo de prova, foi possível estimar o limiar de propagação de trincas, que assumiu valor semelhante a valores encontrados na bibliografia.
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