| Título: | A INTERVENÇÃO DO ESTADO NO DOMÍNIO ECONÔMICO E O REGIME JURÍDICO DOS CONTRATOS DA PETROBRAS | ||||||||||||
| Autor(es): |
ANDRE RIBEIRO TOSTA |
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| Colaborador(es): |
MARIANNA MONTEBELLO WILLEMAN - Orientador |
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| Catalogação: | 24/FEV/2015 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=24116@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.24116 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Esta monografia tem como objetivo de análise os meios através dos quais o Estado intervém na economia e, notadamente, como o faz através da Petrobras e seus contratos. Para tanto é desejável se compreender exatamente as possíveis modalidades de intervenção estatal, norteadas pela evolução do modelo de Estado e pela noção de interesse público. O prosseguimento do estudo passa pelo o esforço de diferenciação prática analítica entre os regimes público e privado quando da celebração de contratos. Em seguida e com base nesses conceitos, busca-se, através do exame do regime híbrido das sociedades de economia mista, sistematizar a problemática advinda das diferenças entre os regimes contratuais. Então, após a contextualização indispensável ao debate, será possível se analisar especificamente o caso da Petrobras. Nessa análise se busca demonstrar as especificidades advindas de um tratamento normativo diferenciado e da importância da estatal no cenário nacional. Ao final, e essa é a conclusão alcançada, percebe-se que é possível otimizar em muito a atuação da empresa de modo a garantir a sua eficiência na tutela dos direitos humanos, sendo a diferenciação rígida e apriorística entre os regimes incompatível com o atual estágio jurídico em que vivemos, bem como a sua instrumentalização sistemática para concretização de políticas públicas. Isso só é possível, entretanto, após um exame profundo, para além do positivismo, acerca do contexto histórico, social e econômico em que nos encontramos.
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