| Título: | O CASAMENTO HOMOAFETIVO NO BRASIL | ||||||||||||
| Autor(es): |
MARINA VILLELA PEDRAS POLONIA |
||||||||||||
| Colaborador(es): |
INES ALEGRIA ROCUMBACK - Orientador |
||||||||||||
| Catalogação: | 07/JAN/2014 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
||||||||||
| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
||||||||||||
| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=22443@1 |
||||||||||||
| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.22443 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
|
O questionamento sobre a possibilidade jurídica do casamento civil homoafetivo no Brasil é o cerne deste trabalho. Pretende-se demonstrar a sua viabilidade com base na Constituição Federal, no Código Civil, no Código de Processo Civil, na Lei Maria da Penha, e, ainda, em sede de doutrina e jurisprudência.
Para isso, o trabalho se organiza em três etapas, divididas e seis capítulos. A primeira parte analisa o reconhecimento das novas formas de entidades familiares e também se destina à contextualizar a proteção constitucional da homossexualidade destacando, ainda, alguns aspectos do discurso religioso da Igreja Católico e o princípio da laicidade do Estado. A segunda parte analisa a possibilidade jurídica do casamento homoafetivo em razão de lacuna legislativa, parte central da presente tese, e, ainda uma análise do tema sob a ótica do Direito Comparado. A terceira e última parte, por sua vez, tem como foco o avanço positivo no Brasil da experiência legislativa e jurisprudencial, através da Lei Maria da Penha e das recentes decisões dos Tribunais brasileiros, do STJ e STF relacionadas à homoafetividade.
|
|||||||||||||
|
|||||||||||||