| Título: | O TRATAMENTO PENAL DA LOUCURA NO ORDENAMENTO BRASILEIRO | ||||||||||||
| Autor(es): |
JULIANA MOREIRA STREVA |
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| Colaborador(es): |
BETHANIA DE ALBUQUERQUE ASSY - Orientador LETICIA DA COSTA PAES - Coorientador |
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| Catalogação: | 25/FEV/2013 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=21211@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.21211 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O trabalho se propõe à análise crítica do tratamento penal vigente no ordenamento brasileiro destinado aos loucos. Para tanto, será realizada uma abordagem multidisciplinar que abrange desde a construção social da loucura, realizada principalmente na Idade Clássica, até o tratamento penal vigente. Assim, serão analisados: i) como que, após a segregação física e a construção das instituições manicomiais, foi realizada a patologização pelas ciências médicas do comportamento desviante, passando o louco a ser considerado doente mental; ii) a Luta Antimanicomial e seu fortalecimento no contexto brasileiro pós ditatorial; iii) a criação dos parâmetros internacionais dos direitos humanos das pessoas portadoras de deficiência física; iv) para finalmente enfrentar a problemática legislação das medidas de segurança, como ela está em desacordo com a Constituição e desrespeitando a Lei 10.216 de 2001; v) por fim, será analisado o Anteprojeto do Novo Código Penal e, como todas as incongruências deste instituto penal vêm sendo ignoradas e não devidamente compatibilizadas com os direitos humanos internacionais e com o próprio direito brasileiro.
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