| Título: | O MERCADO DE ENERGIA ELÉTRICA: O MODELO DE PRECIFICAÇÃO DA ENERGIA E O IMPACTO NA INDÚSTRIA ELETROINTENSIVA, EM ESPECIAL NO SETOR DE ALUMÍNIO | ||||||||||||
| Autor(es): |
PEDRO EDUARDO DE MESQUITA VIEIRA |
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| Colaborador(es): |
JOAO MANOEL PINHO DE MELLO - Orientador |
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| Catalogação: | 19/SET/2011 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=18273@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.18273 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O atual modelo institucional do setor elétrico brasileiro, por ser relativamente
novo, tem conflitos entre os agentes ainda não equacionados satisfatoriamente. Se
focarmos no modelo competitivo de comercialização de energia, veremos que não há
acomodação equilibrada entre os interesses econômicos dos geradores e dos
consumidores. Ajustes regulatórios e de caráter institucional são constantes, indicando
que o atual modelo ainda não alcançou a desejada maturidade. Um dos temas mais
abordados no setor, diz respeito a forma como a energia é precificada. O formato dos
leilões de energia nova e o excessivo número de encargos são apontados como os
principais responsáveis pelo crescente preço da energia no Brasil.
Quase que diariamente, temos notícias de empresas e entidades do setor
industrial questionando o alto custo da energia e cobrando soluções para tal. A perda de
competitividade da indústria brasileira pelo alto custo do insumo energia elétrica é um
fato que já provoca desinvestimentos na indústria de alumínio, altamente dependente de
energia elétrica competitiva.
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