| Título: | LIVRO INTERATIVO INFANTO-JUVENIL | ||||||||||||
| Autor(es): |
LEANDRO PACHECO IBRAIM |
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| Colaborador(es): |
RITA MARIA DE SOUZA COUTO - Orientador |
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| Catalogação: | 27/AGO/2008 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=12134@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.12134 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Iniciamos aqui o relatório de nosso projeto intitulado
livro interativo infantojuvenil
sobre o corpo humano, realizado ao longo do ano de 2003 na
Pontifícia Universidade
Católica do Rio de Janeiro. Vamos mostrar aqui os passo que
tomamos em direção à autoria
do livro infantil as fabulosas peripécias de um Apêndice e
sua misteriosa viagem pelo corpo
humano, produzido para servir de exemplo para as idéias que
discutiremos nas páginas a
seguir. entretanto, em primeiro lugar responderemos as
seguintes perguntas: porque foi
feito e do que se trata?
Nosso projeto nasce da importância que a leitura possui na
formação do homem,
sua base cultural e intelectual. Por homem podemos entender
de duas formas. Podemos
falar da leitura em relação a um único indivíduo, em sua
luta diária em um mundo
competitivo onde existe muito conhecimento para poucos
detentores.
Também podemos relacionar a importância do livro na
Sociedade em geral, como
vemos se observarmos o próprio Brasil, onde uma grande
parcela da população é obrigada
a se esconder por trás da sombra do semi-analfabetismo para
atenuar as estatísticas, mesmo
que tais pessoas só sejam capazes de entenderem seus
próprios nomes. Por enquanto
ficamos somente no campo abstrato e subjetivo da imaginação
para falarmos no
desenvolvimento que nosso País alcançaria se a educação
fosse uma prioridade nas atitudes,
e não só em discursos quadrienais.
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