| Título: | MEDO, EXCLUSÃO E CONTROLE SOCIAL | ||||||||||||
| Autor(es): |
GABRIELA ALMEIDA DE MOURA ESTEVAO |
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| Colaborador(es): |
JOAO RICARDO WANDERLEY DORNELLES - Orientador |
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| Catalogação: | 25/JUL/2008 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=11990@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.11990 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Esta monografia tem o objetivo de estudar a questão do medo
e da
exclusão social na sociedade contemporânea através de um
estudo
bibliográfico de obras relevantes para o tema. Para tanto,
primeiramente é
feita uma contextualização, abordando a nova lógica de
acumulação de
capital do final do século XX, qual seja, o capitalismo de
acumulação
flexível. Em seguida, são analisados os impactos deste novo
regime na
realidade social, um deles sendo a flexibilização das
relações de trabalho e
o conseqüente desemprego estrutural de uma parcela da
população, a qual
se torna excluída do mercado de consumo. É discutida,
então, a ameaça que
os setores improdutivos, considerados o novo inimigo
interior da
sociedade contemporânea, representam aos ideais
positivistas de Lei e
ordem mantidos pelas classes dominantes, as quais passam a
adotar
mecanismos de controle social emergenciais e de caráter
eficientista para
conter as ditas classes perigosas. Dando continuidade ao
estudo, é feita
uma explanação sobre o medo, suas causas e características
contemporâneas, dentro de uma perspectiva sociológica e
política. Por fim,
é abordada a questão da construção do imaginário do medo,
analisando o
papel específico da mídia impressa. Estuda-se, também, o
caso do Rio de
Janeiro, traçando um histórico da pobreza na cidade, e
versando sobre o
discurso jornalístico carioca e o sentimento de insegurança
na cidade.
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