| Título: | EVIDÊNCIAS DE DISCRIMINAÇÃO NO MERCADO DE TRABALHO BRASILEIRO | ||||||||||||
| Autor(es): |
RAFAEL DE CARVALHO CAYRES PINTO |
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| Colaborador(es): |
SERGIO PINHEIRO FIRPO - Orientador |
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| Catalogação: | 26/SET/2007 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=10651@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.10651 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Este trabalho se propõe a avaliar a existência, a
extensão, e as conseqüências da discriminação e da
segregação por sexo e cor no mercado de trabalho
brasileiro. O procedimento de reponderação introduzido por
DiNardo, Fortin e Lemieux (1996) é usado para decompor o
diferencial de rendimento entre grupos em uma parcela
explicada pelas diferentes características de
produtividade e outra não-explicada. Mostra-se que grande
parte dos diferenciais entre grupos não é explicada por
características de produtividade, o que constitui indício
de discriminação no mercado de trabalho. Um acompanhamento
dos diferenciais não-explicados ao longo do ciclo de vida
e das gerações mostra que: (i) há algumas distorções de
incentivo à aquisição de capital humano entre os grupos, e
(ii) os diferenciais tendem a desaparecer ao longo das
gerações.
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