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TRABALHOS DE FIM DE CURSO @PUC-Rio
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Título: MODELOS DE PREVISÃO: UM ESTUDO PARA O MERCADO BRASILEIRO DE REFRIGERANTES
Autor(es): PEDRO ROCHA LIMA MASSA
Colaborador(es): MARCO ANTONIO FREITAS DE HOLLANDA CAVALCANTI - Orientador
Catalogação: 03/SET/2007 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TRABALHO DE FIM DE CURSO
Notas: [pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
[en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio.
Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=10491@1
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.10491
Resumo:
As oscilações no consumo de refrigerantes são dependentes de uma série de fatores exógenos ao setor: a existência de bens substitutos, somado à não essencialidade do refrigerante como produto de consumo, faz com que a demanda tenha elevada sensibilidade em relação a alteração de preços e renda do consumidor. Pode-se dizer que, do ponto de vista do consumidor, a presente operação envolve os seguintes mercados relevantes de produto: cervejas, refrigerantes, águas, chás, isotônicos e sucos. Todos esses produtos são percebidos de forma distinta pelo consumidor. Com efeito, cada tipo de bebida é demandada em momentos específicos e, em vários casos, possuem públicos distintos. Pelo lado da demanda, importa saber se os produtos são substituíveis aos olhos do consumidor, o que implica dizer que devem ser considerados fatores como preços, usos e qualidades do produto, e não somente sua possibilidade técnica de substituição. Esta possibilidade de substituição de consumo também está ligada a alterações nos hábitos alimentares da população que aumentou a demanda por alimentos e bebidas mais naturais e saudáveis que os tradicionais refrigerantes. Para verificar o grau de diferenciação da percepção do consumidor sobre a maior utilidade de determinada cesta, é preciso buscar evidências empíricas no padrão de consumo. Por outro lado, a demanda é influenciada por diversas variáveis de caráter aleatório (como o clima, por exemplo), o que torna difícil de enquadrar as vendas em modelos simples de previsão (além da presença de sazonalidade). Assim, torna-se necessário encontrar um modelo ideal de previsão de demanda de refrigerantes para estimar a configuração do mercado nos próximos anos.
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