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TRABALHOS DE FIM DE CURSO @PUC-Rio
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Título: A HIPERINFLAÇÃO ALEMÃ E HÚNGARA NOS ANOS 20 , A HIPERINFLAÇÃO ARGENTINA E ANALISE SOBRE A INFLAÇÃO BRASILEIRA DESDE A REVOLUÇÃO DE 64
Autor(es): JOAO RICARDO SOARES DANTAS DE FARIA
Colaborador(es): LUIZ ROBERTO DE AZEVEDO CUNHA - Orientador
Catalogação: 29/AGO/2007 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TRABALHO DE FIM DE CURSO
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Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=10451@1
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.10451
Resumo:
Considera-se hiperinflação, uma inflação mensal de 50 por cento ou mais ao mês e esta só é considerada terminada quando fica abaixo deste índice por mais de um ano. Em toda história Ocidental, não há registro de mais de 15 exemplos no Ocidente de hiperinflação. Muitos destes exemplos ocorreram nos anos 20 e após à Segunda Grande Guerra , e parecia algo isolado e resolvido. Porém a aparição de violentas inflações nos anos 70 e 80 fez com que se aumentasse o interesse pelas chamadas inflações clássicas (para conhecer o passado para prever o futuro, plagiando um famoso historiador). E apesar de atualmente no Brasil a inflação estar domada, há um intenso debate político quanto à necessidade de medidas impopulares na política econômica de modo a manter a inflação a índices baixos, o que só aumenta o interesse no estudo de casos passados. Esta monografia é um estudo de caso de alguns dos mais famosos casos de hiperinflação, alguns deles clássicos (até para entender o nosso caso) como a alemã que teve duração de 16 meses a uma média de 322% em média e a húngara que durou 10 meses a 46% ao mês com 50% no primeiro mês, o caso brasileiro, e o da Argentina (média de 67 % por 32 meses) por ser um país com muitas semelhanças conosco.
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