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TRABALHOS DE FIM DE CURSO @PUC-Rio
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Título: O RENASCER DO SOL: POLÍTICA MONETÁRIA ECONOMIA DO JAPÃO
Autor(es): LUISA SHU KURIZKY
Colaborador(es): MONICA BAUMGARTEN DE BOLLE - Orientador
Catalogação: 08/AGO/2007 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TRABALHO DE FIM DE CURSO
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Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=10269@1
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.10269
Resumo:
No início dos anos 90 depois que a bolha dos ativos estourou, o Japão enfrentou um longo período de deflação, que levou a estagnação da economia. Um ciclo de declínio econômico, financeiro e político em 1990 que persistiu por duas décadas, denominadas de décadas perdidas. À medida que a deflação se aprofundava, as expectativas futuras de deflação se intensificavam. A política monetária atingiu a barreira do zero, e o Japão mergulhou em uma armadilha de liquidez. O Banco do Japão (BoJ) foi obrigado a buscar novos instrumentos para sair da crise e retomar o crescimento da economia. Implementou assim uma nova política sustentada por pilares pouco ortodoxos, o Quantitative Easing (QE), em março de 2001. Embora a implementação dessa inovadora política monetária tenha sofrido duras criticas ao longo do período, a economia que enfrentou quase 15 anos de recessão, recentemente vem dando sinais de recuperação, entrando no seu quinto ano de ciclo de crescimento. Baseado na premissa inicial de que essa política seria mantida até a inflação se apresentasse, o BoJ abandonou a política do QE, depois de três meses de taxa de inflação não negativa. Alterando sua meta de intervenções no mercado, das reservas em excesso da conta corrente dos bancos no BoJ, para uma taxa de juros de curto prazo, a uncollateralized overnight call rate. Entretanto, não abandonou a política de juros zero (ZIRP), anunciando que de fato encorajaria essa taxa a se manter zero, seguido por um período de ajuste que dependeria dos desenvolvimentos de atividade econômica e dos preços.
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