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TRABALHOS DE FIM DE CURSO @PUC-Rio
Consulta aos Conteúdos
Título: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, EMPREGO E DEMOCRATIZAÇÃO DO AMBIENTE DE TRABALHO
Autor(es): BERNARDO GOLLO
Colaborador(es): JOAO BARBOSA DE OLIVEIRA - Orientador
Catalogação: 27/JUL/2007 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TRABALHO DE FIM DE CURSO
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Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=10203@1
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.10203
Resumo:
As vidas estão profundamente ligadas às organizações, já que necessitamos delas em todas as situações, ou seja, quando passamos a existir, ampliamos o conhecimento até a fase de declínio vital. O homem atual é incapaz de viver afora das organizações. A sociedade está passando a ser rapidamente uma sociedade de organizações, ondas a maioria das instituições deverão fazer com que o acolhimento de valores, crenças e intenções sociais básicas seja um importante desígnio de suas atividades contínuas e não um encargo social que limite ou se localize fora de seus papéis essenciais. Desse modo, a sociedade atual requer uma espécie particular de individualidade, na qual se façam presentes a flexibilidade, a resistência à decepção, à disposição de espaçar as recompensas e o anseio constante de realização. A flexibilidade começa a ser além de uma precisão em um tipo de vida em que tudo se modifica rapidamente. A grande tolerância à frustração e a aptidão de delongar as recompensas agem como equilíbrio à precisão que o homem tem de se oferecer a tarefas de rotina na organização, esquecendo-se de suas prioridades e laços particulares. As organizações são designadas com a função de preencher alguma necessidade do Homem e, para isso, precisam de um arcabouço de pessoas nela abarcadas, que pertencem à sociedade integral. Elas aparecem a partir de conceitos de pessoas com potencial satisfatório para levar consigo uma equipe de cooperadores. Deste modo, é evidente que a organização seja uma declaração cultural, uma reprodução próxima de seu criador, já que sua base se fundamenta nos valores iniciais trazidos pelo criador para forma-la e administrá-la. As vantagens e os serviços são atuais e estão intensamente ligados com a gradativa conscientização do encargo social da empresa. As procedências e o aumento dos planos de serviços e melhoramentos devem-se a certos fatores como a atitude dos funcionários em relação às vantagens sociais, às cobranças dos sindicatos, à legislação trabalhista e previdenciária conferida pelo governo e aos elevados impostos cobrados às empresas levando-as a buscar formas lícitas de fazerem deduções de seus comprometimentos tributários. Existem duas classes de benefícios utilizadas pelas empresas. Os decididos pela legislação, que devem ser apresentados a todos os funcionários, como por exemplo, o vale-transporte, e os que as empresas apresentam espontaneamente, nem sempre passíveis de deduções de tributos. Nota-se que pelo fato de grande parte dos estudos sobre relações interpessoais até a década de 1970 estarem concentrados na análise de questões como estratificação liderança e desigualdades, as explicações iniciais para a ausência de lideres em cargos gerenciais no Brasil inclinavam-se para vê-la como reflexo da estrutura geral de participação e inserção do mercado de trabalho na sociedade. Dessa maneira, tendia-se a desconsiderar as especificidade do campo administrativo e a lógica gerencial tendo como determinantes a inserção dos lideres no mercado de trabalho ocupando cargos de destaque. Ironicamente, ao longo deste período, os analistas de RH, que poderiam preencher as lacunas deixadas pelos estudiosos de relações interpessoais na explicação da relação entre raça e mercado de trabalho, também ignoravam as especificidades desta problemática. A introdução dessas exigências implica reconhecer que a gestão administrativa depende de profissionalismo, visa aumentar a competitividade da organização.
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