Título: | ENSAIO ARTIFICIAL: OS ENSAIOS ESCONDIDOS NA OBRA RESPIRACIÓN ARTIFICIAL, DE RICARDO PIGLIA | ||||||||||||
Autor: |
MATEUS CAVALCANTI MELO |
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Colaborador(es): |
HENRIQUE ESTRADA RODRIGUES - Orientador |
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Catalogação: | 23/JUN/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TESE | ||||||||||
Notas: |
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Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/ETDs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=71165&idi=1 [en] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/ETDs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=71165&idi=2 |
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DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.71165 | ||||||||||||
Resumo: | |||||||||||||
A seguinte tese de doutorado tem como objetivo principal analisar a obra
Respiración artificial (1980), de Ricardo Piglia, buscando encontrar e refletir sobre
os ensaios escondidos neste romance. Para além de uma discussão sobre o que é um
ensaio, e um capítulo dedicado à biografia do escritor argentino, teremos como foco
os seguintes ensaios piglianos: [1] O historiador e a historiografia; [2] Exílio e
utopia; [3] Fracasso; [4] Obsessão. Parte dessa ensaística, como fracassado e
obsessão, são temas recorrentes na obra de Piglia, reaparecendo em outros
momentos; contudo historiador e a historiografia; exílio e utopia, são ensaios
singulares e originais que se destacam em Respiración artificial. No capítulo final,
ensaio sobre a obsessão, abordaremos as questões referentes a ditadura militar
argentina, que atravessa todo o romance, ainda que de forma velada. Piglia, que se
autodefinia, como crítico e professor, antes mesmo de escritor, permeou seus textos
ficcionais com sua obra ensaística, estilo já tradicional na literatura argentina e do
qual Piglia faz parte, inserindo-se no cânone literário daquele país como um dos
principais escritores das últimas décadas. A tese não opera de forma a seguir a
cronologia do romance, respeitando sua forma fragmentária; em vez disso, utiliza
seus personagens centrais como eixo que unifica os ensaios: Marcelo Maggi,
Vladimir Tardewski, Enrique Ossorio, Don Luciano Ossorio, José Arocena, Emilio
Renzi. As principais fontes analisadas são Respiración artificial, Os diários de
Emilio Renzi, outras obras ensaísticas, críticas, entrevistas do autor, além de
arquivos na Argentina e nos EUA, referentes a suas bibliotecas pessoais e diários.
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