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Título: NO TRILHO DOS DIREITOS: OS TRABALHADORES DA ESTRADA DE FERRO CENTRAL DO BRASIL (RIO DE JANEIRO, 1865-1922)
Autor: ELAINA REIOLI CIRILO SERFATY
Colaborador(es): LEONARDO AFFONSO DE MIRANDA PEREIRA - Orientador
Catalogação: 02/MAI/2024 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TESE
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Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/ETDs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=66555&idi=1
[en] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/ETDs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=66555&idi=2
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.66555
Resumo:
Ao longo da Primeira República, os trabalhadores da Estrada de Ferro Central do Brasil (EFCB) constituíram uma das primeiras categorias a terem seus direitos garantidos pelo Estado – o que se deu através da criação das Caixas de Aposentadoria e Pensões (CAP), considerada um marco inicial do sistema previdenciário brasileiro. Apesar disso, suas lutas foram frequentemente desconsideradas pela historiografia, e poucos foram os estudiosos que se preocuparam em investigar a participação dos trabalhadores no processo histórico de conformação desse sistema. Como resultado, a história da conquista desse sistema de seguridade acabou por se afirmar através de explicações exteriores às experiências e concepções dos próprios trabalhadores, em perspectivas que costumam realçar o protagonismo de certas lideranças políticas e empresariais. Em sentido contrário, esta tese busca, em diálogo com estudos historiográficos sobre os mundos do trabalho do período, compreender as experiências que deram sustentação às estratégias adotadas pelos trabalhadores da EFCB na luta por esse e por outros direitos. Relacionando-se permanentemente tanto com o poder público quanto com outras categorias profissionais, esses trabalhadores se afirmaram como sujeitos ativos do processo de reconhecimento dos direitos operários no período. Para acompanhar tal processo, esta tese se volta para as lutas e mobilizações dos funcionários da Estrada de Ferro Central do Brasil no Rio de Janeiro entre 1865, quando a ferrovia foi estatizada, e 1922, quando foi instituída a Caixa de Pensões do Pessoal Jornaleiro da companhia.
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