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Título: CRUZANDO FRONTEIRAS E CORPOS: A CRIMINALIZAÇÃO DA MIGRAÇÃO AFRICANA EM ISRAEL
Autor: HIGOR HEBERT FRANCA DA CUNHA
Colaborador(es): ROBERTO VILCHEZ YAMATO - Orientador
BRUNO EDUARDO PORTELA BORGES DE MAGALHAES - Coorientador
Catalogação: 31/JAN/2019 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TESE
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Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/ETDs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=36384&idi=1
[en] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/ETDs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=36384&idi=2
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.36384
Resumo:
Esta pesquisa visa a analisar os processos de criminalização da migração africana em Israel, a partir do estudo das políticas do atual governo do primeiro-ministro Benjamin Nentanyahu, eleito em 2009 e no poder até os dias em que essa pesquisa foi escrita, em 2017. Defende-se que o Estado de Israel, constituído sob os conceitos estruturais de nação, diferença e fronteira, em tempos de crises e de exacerbação de discursos identitários e de pertencimento, eleva estas características no intuito de reforçar Israel como o lar e o propósito de existência do povo Judeu, criminalizando e despolitizando todo aquele outro entendido como ameaça. Entre os outros, destacam-se os migrantes africanos, foco deste trabalho, rotulados de ilegais – ou de acordo com os próprios discursos políticos israelenses, the infiltrators. Entendidos como uma ameaça que desestruturaria a identidade política (Estado), os migrantes seriam o reflexo de um sistema desigual e não-universal – porém dito como internacional e democrático -, que necessita reforçar-se a todo o momento como uma instituição sólida que protege os seus cidadãos e a sua identidade – em outras palavras, a sua razão de existência. Desta forma, esta dissertação tem como objetivo explorar o processo de criminalização da migração africana, alimentado pelo governo israelense do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, como manifestação de processos estruturais de reificação de diferenças e práticas de afirmação de identidade nacional inerentes ao funcionamento do sistema internacional de Estados.
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