Título: | COMPRIDA HISTÓRIA QUE NÃO ACABA MAIS: DO TECER AO TEXTO E VICE-VERSA | ||||||||||||
Autor: |
MARCELA FERNANDES DE CARVALHO |
||||||||||||
Colaborador(es): |
ELIANA LUCIA MADUREIRA YUNES GARCIA - Orientador |
||||||||||||
Catalogação: | 13/AGO/2014 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
||||||||||
Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TESE | ||||||||||
Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
||||||||||||
Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/ETDs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=23323&idi=1 [en] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/ETDs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=23323&idi=2 |
||||||||||||
DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.23323 | ||||||||||||
Resumo: | |||||||||||||
Comprida história que não acaba mais: do tecer ao texto e vice-versa é uma pesquisa que trata da experiência de costurar e de contar histórias. A escrita sob forma de ensaio narrativo se propõe a entrelaçar contos de tecido e práticas de aprendizagem com costura na tessitura de um texto reflexivo e descritivo. A pesquisa tem sua base na prática e no convívio de crianças, na busca por narrativas que unem o texto ao têxtil, e ainda traz a reflexão de uma residência artística financiada pela Funarte que possibilitou uma vasta experimentação do tecido como elemento de acolhimento e de reconhecimento mútuo em um grupo de professores de artes e seus alunos. Após o ingresso no mestrado, teóricos como Walter Benjamin e Paul Ricoeur passaram a alinhavar as práticas laborativas com pontos estruturais, tornando possível a reflexão sobre as ações- narrar e tecer- tratando, principalmente, do tempo de atividades tradicionais na contemporaneidade; da coletividade e do reconhecimento presente em ambos trabalhos e, ainda, do espaço de criação e de encantamento proporcionado tanto por contos maravilhosos como pela beleza dos tecidos, fios e cores.
|
|||||||||||||
|