Título
[pt] EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS EM CAMPOS MADUROS E ACUMULAÇÕES MARGINAIS TERRESTRES POR OPERADORAS INDEPENDENTES: ESTUDO DE CASO NA BACIA POTIGUAR
Autor
[pt] JOAO VITOR MOURA GONCALVES
Vocabulário
[pt] PETROLEO E GAS
Vocabulário
[pt] BACIA POTIGUAR
Vocabulário
[pt] OPERADOR INDEPENDENTE
Vocabulário
[pt] ACUMULACAO MARGINAL
Vocabulário
[pt] CAMPO MADURO
Resumo
[pt] A indústria brasileira de exploração e produção (EeP) de petróleo e gás natural (OeG) passou,
nas últimas décadas, por um processo de transformação marcado, mais recentemente, pelo
programa de desinvestimentos da Petrobras, que abriu espaço para a atuação de operadoras
independentes em campos maduros e acumulações marginais terrestres (onshore). Nesse
contexto, este Trabalho de Conclusão de Curso tem como objetivo geral avaliar por que
petroleiras independentes optam por operar campos maduros e acumulações marginais no
Brasil, por meio de um estudo de caso dos campos terrestres da Brava Energia na Bacia
Potiguar. Adota-se uma abordagem exploratória, qualiquantitativa, estruturada a partir do
método de estudo de caso, com triangulação de dados primários e secundários, com evidências
primárias obtidas por meio de entrevistas com especialistas do setor. Os resultados indicam que
campos maduros e acumulações marginais, embora apresentem desafios como altos teores de
água produzida, declínio da produção e necessidade de intervenções frequentes, oferecem
oportunidades para operadoras independentes que conseguem operar com estruturas enxutas,
que intensificam intervenções, aplicam métodos de recuperação secundária e terciária, e
capturam incentivos regulatórios e fiscais específicos. No caso do Complexo Potiguar, a Brava
mitigou a trajetória de declínio dos campos ao ampliar a atividade de perfuração e ao
implementar uma estratégia operacional intensiva em capital. A modelagem econômicofinanceira do empreendimento apontou a atratividade econômica da operação do ativo. Concluise que operadoras independentes são atraídas por campos maduros e acumulações marginais
por enxergarem, nesses ativos, uma combinação de menor risco geológico, infraestrutura já
instalada, barreiras de entrada mais baixas e espaço para criação de valor via aumento de
eficiência operacional e disciplina de capital. A captura efetiva desse potencial, contudo,
depende de processos eficazes de avaliação econômica, decisões de investimento bem
fundamentadas e boa governança. De modo semelhante, é importante que as operadoras
independentes evitem sobrepreço em aquisições e excesso de custos, preservando uma margem
de segurança em sua operação.
Orientador(es)
LINCOLN WOLF DE ALMEIDA NEVES
Catalogação
2026-01-16
Tipo
[pt] TEXTO
Formato
application/pdf
Idioma(s)
PORTUGUÊS
Referência [pt]
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=75001@1
Referência DOI
https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.75001
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