Título
[pt] EMERGÊNCIA CLIMÁTICA E O DIREITO: UMA ANÁLISE DA LITIGÂNCIA CLIMÁTICA NA AMAZÔNIA
Autor
[pt] GABRIELA MARTINS RODRIGUES
Vocabulário
[pt] DIREITOS FUNDAMENTAIS
Vocabulário
[pt] EMERGENCIA CLIMATICA
Vocabulário
[pt] LITIGIO
Resumo
[pt] O presente estudo trata do direito ao meio ambiente saudável e estável por meio da análise da
litigância climática no Brasil e da avaliação do precedente da Ação Direta de
Inconstitucionalidade por Omissão nº 54, um dos principais casos de litigância climática na
Amazônia. Dessa forma, foi necessário demonstrar como o direito ambiental não só é um
direito fundamental como também se relaciona com diversos outros direitos previstos tanto na
Constituição Federal de 1988 quanto em diversas outras leis e tratados. A preocupação com o
meio ambiente remonta ao período da Revolução Industrial quando as práticas utilizadas
naquela época começaram a afetar visivelmente a vida de todos. Não à toa, tempos depois, foi
possível ser percebido pela comunidade internacional a necessidade de proteção ao meio
ambiente devido às mudanças climáticas e catástrofes naturais que começaram a ser cada vez
mais frequentes em todo o mundo. Dessa forma, a crise climática vai além das questões
ambientais, englobando diversas áreas como as esferas econômicas, políticas e sociais uma
vez que afeta o equilíbrio dos ecossistemas e a qualidade de vida de todos os seres vivos.
Também foi explorada a reação jurídica tanto no campo interno como no campo internacional
por meio de tratados, além de traçar um histórico da litigância climática brasileira e suas
principais normas mobilizadoras. Ademais, traçou-se um panorama da litigância climática na
Amazônia brasileira tratando, também, do cenário de desmatamento que é uma das principais
causas atuais dos altos níveis de gases poluentes na atmosfera. Diante da crescente
emergência climática mundial, mostra-se a relevância deste estudo. Para alcançar os objetivos
propostos, realizou-se uma pesquisa bibliográfica a partir de dados sobre a litigância climática
e sites do governo como INPE/PRODES bem como de casos concretos, exemplificado pela
Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental nº 708 e a Ação Direta de
Inconstitucionalidade por Omissão n º 54. Diante disso, verificou-se que as consequências
provenientes dos altos níveis de emissões de gases de efeito estufa na atmosfera exigem
respostas imediatas e eficazes em diversos campos, especialmente no jurídico. Outrossim, foi
possível perceber que o Direito Ambiental abriga o Climático e, por isso, este pode se utilizar
do arcabouço jurídico do outro. E, por último, que, por mais que no Brasil os direitos
ambientais estejam constitucionalmente protegidos, ainda há muito o que ser feito para a
diminuição do desmatamento e das mudanças climáticas. Assim, foi possível concluir que
apesar de toda a evolução na proteção jurídica do meio ambiente até os dias atuais, ainda há muito o que ser feito para a preservação ambiental para o usufruto das presentes e futuras gerações
Orientador(es)
PAULA MAXIMO DE BARROS PINTO
Catalogação
2025-08-13
Tipo
[pt] TEXTO
Formato
application/pdf
Idioma(s)
PORTUGUÊS
Referência [pt]
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=72371@1
Referência DOI
https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.72371
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