Título
[pt] POR QUE APESAR DE A IGREJA EVANGÉLICA BRASILEIRA SER A MINHA MAIOR MÁGOA, EU AINDA A AMO
Autor
[pt] IGOR SILVA DE CAMPOS
Vocabulário
[pt] DEMOCRACIA
Vocabulário
[pt] EVANGELICALISMO
Vocabulário
[pt] RELIGIAO
Vocabulário
[pt] POLITICA
Resumo
[pt] O título é a última frase de um texto escrito em 2021 por Thaínes Recila, em um contexto de crise e incerteza que se agravou depois de 2018, com ataques à democracia, perda de direitos e aumento da desigualdade, e que define bem o grupo pesquisado. Este cenário provocou um isolamento entre evangélicos contrários à visão homogeneizante da teologia fundamentalista e ao bolsonarismo. Em resposta, aqueles que puderam se organizaram para se fortalecer e articular questionamentos, formando
redes de apoio e resistência. A partir disso, é criado um grupo de WhatsApp chamado Os 7 mil para romper com o isolamento provocado por esse contexto e pela pandemia. O trabalho se baseia na experiência vivida nesse grupo, que reuniu evangélicos engajados em adotar novas visões sobre a fé, dialogar sobre experiências e formar uma rede de apoio. Em meio ao confronto entre o não reconhecimento pelos outros evangélicos e a reivindicação da identidade religiosa, os desviantes e desviados fazem emergir as contradições do grupo conhecido como os evangélicos. Utilizando como referencial teórico Peter Berger, Thomas Luckmann, Pierre Bourdieu e Bruno Latour, a pesquisa reflete sobre como as instituições religiosas moldam o sentido para os indivíduos e o impacto da dúvida e relativização na geografia do evangelicalismo. A metodologia faz uso de observação participante, questionários e rodas de discussão, proporcionando uma compreensão das dinâmicas internas e das reflexões geradas a partir delas.
Catalogação
2025-05-23
Tipo
[pt] TEXTO
Formato
application/pdf
Idioma(s)
PORTUGUÊS
Referência [pt]
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=70572@1
Referência DOI
https://doi.org/10.17771/PUCRio.ASCS.70572
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