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Título: SISTEMAS IMUNOLÓGICOS ARTIFICIAIS APLICADOS À DETECÇÃO DE FALHAS
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): JORGE LUIS M DO AMARAL

Colaborador(es):  RICARDO TANSCHEIT - Orientador
Número do Conteúdo: 8236
Catalogação:  03/05/2006 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=8236@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=8236@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.8236

Resumo:
Este trabalho investiga métodos de detecção de falhas baseados em sistemas imunológicos artificiais, especificamente aqueles baseados no algoritmo de seleção negativa (NSA) e em outras técnicas de reconhecimento próprio/nãopróprio. Inicialmente, foi proposto um esquema de representação baseado em hiperesferas com centros e raios variáveis e três modelos capazes de gerar detectores, com esta representação, de forma eficiente. O primeiro modelo utiliza algoritmos genéticos onde cada gene do cromossomo contém um índice para um ponto de uma distribuição quasi-aleatória que servirá como centro do detector e uma função decodificadora responsável por determinar os raios apropriados. A aptidão do cromossomo é dada por uma estimativa do volume coberto através uma integral de Monte Carlo. O segundo modelo utiliza o particionamento Quadtree para gerar o posicionamento dos detectores e o valor dos raios. Este modelo pode realizar o particionamento a partir de uma função de detecção ou através de divisões recursivas de um detector inicial que ocupa todo o espaço. O terceiro modelo é inspirado nas redes imunológicas. Neste modelo, as células B representam os detectores e a rede formada por eles dá a posição e o raio de cada detector. Experimentos com dados sintéticos e reais demonstram a capacidade dos algoritmos propostos e que eles apresentam melhorias nos aspectos de escalabilidade e desempenho na detecção de falhas.

Descrição Arquivo
CAPA, AGRADECIMENTOS, RESUMO, ABSTRACT, SUMÁRIO E LISTAS  PDF
CAPÍTULO 1  PDF
CAPÍTULO 2  PDF
CAPÍTULO 3  PDF
CAPÍTULO 4  PDF
CAPÍTULO 5  PDF
CAPÍTULO 6  PDF
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS  PDF
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